sexta-feira, 15 de junho de 2018

Moradores de Quixabeira reclamam que estão a quatro dias sem sinal da Claro

Moradores de Quixabeira, Bahia estão na bronca com a operadora de telefonia móvel Claro. Isso porque, desde da última segunda-feira (11/06/18) estão sem sinal de celular em seus aparelhos. Alguns moradores procuraram a redação do nosso jornal para expor a insatisfação. O problema da falta sinal é recorrente, mas agora foi demais, já são quatro dias sem sinal. “Meu trabalho parou, pois sou Moto-taxista e preciso do celular funcionando para fazer minhas corridas”, pontuou João Silva, morador do centro de Quixabeira. Leia mais...

Outra moradora disse que entrou em contato com central de atendimento da CLARO na quinta-feira (14/06/18) e a atendente disse que o problema seria resolvido até ás 18:00hs. Realmente o sinal voltou a aparecer no celular, mas não conseguimos completar as ligações, também os dados moveis de internet estão sem funcionar. “É horrível esta situação, pago um plano mensal de quase R$ 50,00 e a CLARO não funciona, vou mudar de operadora”. Salientou a Sra. Valdiane, moradora de Quixabeira. A redação procurou o Advogado Dr. Daniel Novaes para saber quais os direitos dos cidadãos em casos desta natureza. O mesmo disse que está caracterizada a má prestação de serviço por parte da empresa de telefonia móvel CLARO e que a responsabilidade para casos análogos é objetiva; Ou seja, a CLARO tem o dever de reparar os danos causado aos consumidores independentemente de culpa, visto que de acordo com o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) a responsabilidade é objetiva. Os clientes da CLARO devem formalizar reclamação junto a central de atendimento da operadora de celular e junto a ANATEL, que é o órgão fiscalizador da telefonia no Brasil. De posse dos protocolos de atendimento e demais provas dos prejuízos, devem procurar um advogado para as medidas cabíveis serem adotadas. Assim, todo cidadão que se sentir prejudicado deve buscar ressarcimentos dos prejuízos na esfera moral e material administrativamente e ou judicial.

FR Notícias

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