sábado, 17 de agosto de 2019

Ultimato: Em assembleia, policiais e bombeiros dão 24 dias para governador responder demandas da categoria

Na assembleia realizada nesta sexta-feira (16), na sede da Adelba, feita por policiais militares e bombeiros e Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra), foi decidido dar um prazo de 24 dias para que o governador responda as solicitações da categoria. Ao final da reunião, os manifestantes saíram em passeata até a governadoria, o que causou retenção no trânsito na Avenida Paralela. Veja mais 


Algumas pautas tratam de temas que são alvos de frequentas queixas do funcionalismo público da Bahia, como dificuldade de atendimento no Planserv e o novo sistema de administração de pessoas, o RH Bahia, o qual, segundo reclamações, apresenta falhas no pagamento dos salários.

Outras demandas tratam exclusivamente de reivindicações da profissão que são: o estatuto e código de ética que ainda não foram colocadas em votação pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA); decisões judiciais que não são cumpridas; reajuste salarial que não acontece há 6 anos e planos de carreira.

“Em momento algum o governador sentou pra negociar. Já são cinco anos sem diálogo. A insatisfação da tropa vai do pessoal mais novo, ao coronel mais antigo, até mesmo para quem está na reserva”, disse o cabo da PM e coordenador da Aspra, Paulo dos Anjos.

Paulo avisa que uma próxima assembleia está prevista para o dia 11 de setembro. Até lá se a posição do governo do estado não for satisfatória, os militares podem decidir pelo indicativo de greve. “Se o governador continuar achando que os policias e bombeiros da Bahia são covardes, com certeza vamos para guerra”, alertou.

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