terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Corpo é encontrado nas margens do Rio Jacuípe em adiantado estado de gigantismo

O corpo de um homem que morava no distrito de Bonfim de Feira, em Feira de Santana, foi encontrado na última segunda-feira, 9, nas margens do Rio Jacuípe, próximo a ponte da BR-116/sul.

Segundo informações da polícia, Edcarlos de Jesus Santos, 45 anos, estava desaparecido desde o sábado passado, 7. O corpo estava em adiantado estado de gigantismo. Veja +


A esposa de Edcarlos, Rosalia da Silva Santos, suspeita que o marido foi assassinado. Segundo ela, o marido saiu de casa com uma moto e depois voltou em casa, pegou o carro e saiu novamente. O veículo, um Celta, foi encontrado abandonado próximo ao Estádio Joia da Princesa e encaminhado ao pátio do Complexo Policial Investigador Bandeira, no bairro Jomafa.Rosalia informou ao site Acorda Cidade que o marido trabalhava como agiota, emprestando dinheiro a juros, e que ela desconfia que a morte dele pode estar ligada a um relacionamento que ele estava vivendo com uma mulher casada.

“Ele desapareceu desde sábado, dia 7. Saiu por volta de 18:30hs. Fui dormi, quando acordei por volta de 1:00hs, levantei e ele não estava em casa, mas não me preocupei, já que é de costume ele chegar tarde dia de sábado. Quando acordei as 5:00hs, ele ainda não tinha chegado e aí fui na garagem, que é distante da nossa casa, vi que ele tinha voltado em casa e pegou o carro. Ele tinha saído com a moto. Quando olhei na garagem tinha muito sangue, a moto estava caída no chão e aí a gente começou a procurar saber o que tinha acontecido. Não tenho dúvida que esse corpo é dele. Existem alguns suspeitos e a polícia tem que investigar para saber. Ele estava envolvido com uma mulher casada e eu desconfio que pode ter a ver com isso”, disse.

A delegada Fernanda Gabriela Braga efetuou o levantamento cadavérico juntamente com peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O corpo foi encaminhado para necropsia para saber a causa morte. A guarnição 38 da 65ª CIPM, sob o comando do sargento Magno, preservou o local.

Fonte: Acorda Cidade

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