sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Bolsonaro chama de 'conversinha' 2ª onda da Covid-19 e compara vacina a 'produto bélico'

 

Bolsonaro chama de 'conversinha' 2ª onda da Covid-19 e compara vacina a 'produto bélico'

Em um evento para apoiadores, realizado hoje no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou de “conversinha” a possibilidade de uma segunda onda de contágio da Covid-19 no Brasil. Segundo ele, caso haja uma segunda onda será preciso “enfrentar”, ou o País se tornará uma nação de miseráveis. Leia +

 

"Vocês vejam o que era antes, como eram os ministérios, como tudo era aparelhado no Brasil, e como estão funcionando apesar dessa pandemia aí, que nos fez gastar mais de R$ 700 bilhões", comentou. "E agora tem a conversinha de segunda onda. Tem que enfrentar se tiver (segunda onda). Se quebrar de vez a economia, seremos um País de miseráveis. Só isso", disse. 

 

Na terça (10), Bolsonaro foi ofensivo ao dizer que o Brasil “tem que deixar de ser um país de maricas” e enfrentar a doença. "Não adianta fugir disso, fugir da realidade. Tem que deixar de ser um País de maricas”, afirmou em evento também no Palácio do Planalto.  

 

Apesar de não responder a questionamentos de quando um imunizante para a doença chegará ao Brasil, Bolsonaro disparou uma comparação da vacina a “um produto bélico”. “Toda a vacina é igual produto bélico, nenhum país compra um armamento de outro país se aquele país não tá usando aquilo lá”, disse. “Se a gente quiser comprar uma vacina de um país X, aquele país tem que vacinar seu povo para mostrar que ‘olha, estamos botando no nosso povo para provar que não tem problema’, daí vem para cá e no que depender de mim nunca jamais será obrigatória”.


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